{"id":64,"date":"2024-09-26T14:09:22","date_gmt":"2024-09-26T17:09:22","guid":{"rendered":"https:\/\/necad.uepa.br\/?page_id=64"},"modified":"2025-01-29T10:25:26","modified_gmt":"2025-01-29T13:25:26","slug":"com-a-palavra","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/necad.uepa.br\/?page_id=64","title":{"rendered":"Com a palavra"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-840fdc6d alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-5ca771a1\"><h2 class=\"uagb-heading-text\"><strong>Dica de docudrama:&nbsp;O dilema das redes<\/strong><\/h2><div class=\"uagb-separator\"><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-ccae21dc alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<div class=\"wp-block-uagb-image aligncenter uagb-block-d74873ff wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-center\"><figure class=\"wp-block-uagb-image__figure\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/necad.uepa.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Com-a-palavra-Joao-Paulo-Rocha-Fisica-3.png\" alt=\"\" class=\"uag-image-487\" width=\"500\" height=\"500\" title=\"Com-a-palavra-Jo\u00e3o-Paulo-Rocha-F\u00edsica-3\" loading=\"lazy\" role=\"img\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-dd8df46d\">\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-d5d94279\"><p class=\"uagb-heading-text\">Por&nbsp;<strong>Jo\u00e3o Paulo Rocha dos Passos<\/strong>&nbsp;\u2013 Professor de F\u00edsica e curioso sobre mil e umas outras coisas. (Departamento de Ci\u00eancias Naturais e sou um dos l\u00edderes do Grupo de Pesquisa em F\u00edsica e em Ensino de F\u00edsica e Vice dire\u00e7\u00e3o do Centro de Ci\u00eancias Sociais e Educa\u00e7\u00e3o da Universidade do Estado do Par\u00e1).<\/p><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-3c8e840a\"><p class=\"uagb-heading-text\">Como frases ditas por um dramaturgo grego, nascido em \u00e9poca anterior a Jesus Cristo, ainda podem ser t\u00e3o atuais? S\u00f3focles (497&nbsp;ou&nbsp;496 a.C. \u2013 406&nbsp;ou&nbsp;405 a.C&nbsp;) certa vez disse: \u201cNada grandioso entra na vida dos mortais sem uma maldi\u00e7\u00e3o\u201d. A descoberta de n\u00f3s, meros mortais, talvez apenas inexperientes usu\u00e1rios de Internet, do quando podemos nos conectar com amigos e familiares atrav\u00e9s das redes sociais nos fascinou nos \u00faltimos anos. Fomos descobrindo que pessoas que n\u00e3o v\u00edamos fazia tempos poderiam trocar mensagens em tempo real conosco, que poder\u00edamos trocar fotos e v\u00eddeos\u2026 fomos descobrindo que poder\u00edamos nos conectar com pessoas que nunca conhecemos, que poder\u00edamos curtir ou n\u00e3o o que elas curtem, segui-las ou n\u00e3o, comprar e vender de tudo um pouco\u2026.&nbsp;<em>Wow<\/em>\u2026<\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-f6b0941b\"><p class=\"uagb-heading-text\">Neste mundo, o virtual, o da Internet, existe a perspectiva que o volume de dados alcance a casa dos 40.000&nbsp;<em>Exabytes<\/em>, ou 40&nbsp;<em>Zettabytes<\/em>&nbsp;(ou 40 trilh\u00f5es de&nbsp;<em>Gigabytes<\/em>). Tens ideia da quantidade de dados que \u00e9 essa imensid\u00e3o? Tamb\u00e9m n\u00e3o tenho n\u00e3o. Uma coisa sei, tu e eu estamos a\u00ed inseridos e pior, se antes \u00e9ramos os compradores, hoje somos o produto. Oi? Virei o produto? Pois \u00e9. Viraste. E eu tamb\u00e9m. O produto para as redes sociais. Na tentativa de me proteger das estrat\u00e9gias dos desenvolvedores do&nbsp;<em>Facebook<\/em>, do&nbsp;<em>WhatsApp<\/em>, do&nbsp;<em>Instagram<\/em>, do&nbsp;<em>Twitter<\/em>&nbsp;e de outros, fui assistir o Dilema das Redes, docudrama da&nbsp;<em>Netflix<\/em>. Especialistas e profissionais da \u00e1rea de tecnologia nos mostram o impacto individual e coletivo que as redes sociais podem causar at\u00e9 mesmo na nossa democracia. Me d\u00e1 uma vontade doida de te contar mais, mas prefiro que vejas com os teus olhos e que procures, em outras fontes tamb\u00e9m, te informar e te proteger das estrat\u00e9gias das redes sociais para te prenderem.Se cabe uma dica de um usu\u00e1rio que adora computadores e&nbsp;<em>smartphones<\/em>, bem como seus&nbsp;<em>apps<\/em>&nbsp;e tudo mais, vai nas configura\u00e7\u00f5es do teu smartphone e desmarca as notifica\u00e7\u00f5es de boa parte dos&nbsp;<em>apps<\/em>. N\u00e3o te livrar\u00e1s da maldi\u00e7\u00e3o, mas j\u00e1 te livrar\u00e1s um tantinho das amarras.<br>Antes de terminar, listo abaixo bons textos sobre o docudrama citado e que me ajudaram a escrever este tiquinho aqui.<\/p><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-257ee438\"><p class=\"uagb-heading-text\"><strong>O Dilema das Redes \u2013 Cr\u00edtica<\/strong>&nbsp;Por&nbsp;Tamy Sim\u00f5es em&nbsp;<a href=\"https:\/\/poltronanerd.com.br\/site\/critica\/o-dilema-das-redes-critica-108211\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/poltronanerd.com.br\/site\/critica\/o-dilema-das-redes-critica-108211<\/a><br><br><strong>Os 5 segredos dos donos de redes sociais para viciar e manipular, segundo o \u2018Dilema das Redes\u2019<\/strong>&nbsp;por Ricardo Senra em&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/geral-54366416\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/geral-54366416<\/a><br><br><strong>O que faremos com os 40 trilh\u00f5es de gigabytes de dados dispon\u00edveis em 2020?<\/strong>&nbsp;Por Thiago \u00c1vila em&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.ok.org.br\/noticia\/o-que-faremos-com-os-40-trilhoes-de-gigabytes-de-dados-disponiveis-em-2020\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/www.ok.org.br\/noticia\/o-que-faremos-com-os-40-trilhoes-de-gigabytes-de-dados-disponiveis-em-2020\/<\/a><\/p><\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-5d14b0a4 alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-b20fdd4a\"><h2 class=\"uagb-heading-text\"><strong>DIOPHANTO DE ALEXANDRIA<\/strong><\/h2><div class=\"uagb-separator\"><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-bf45705f alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<div class=\"wp-block-uagb-image aligncenter uagb-block-7d23f25c wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-center\"><figure class=\"wp-block-uagb-image__figure\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/necad.uepa.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/Com-a-palavra-1.png\" alt=\"\" class=\"uag-image-501\" width=\"500\" height=\"500\" title=\"Com-a-palavra-1\" loading=\"lazy\" role=\"img\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-dc6c7e21\">\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-d49cd415\"><p class=\"uagb-heading-text\">Vamos recuar no tempo, l\u00e1 pelos idos do s\u00e9culo III A. D. Alguns historiadores colocam o matem\u00e1tico grego Diophantus de Alexandria vivendo entre 285 a 289. Diz a lenda em que na sua l\u00e1pide foi escrita uma equa\u00e7\u00e3o diofantina que resolvida no diz que ele viveu 84 anos.<br>Pois bem, Diophantus, o pai da \u00c1lgebra, nos legou um livro cole\u00e7\u00e3o de livros com problemas interessantes, chamado Arithmetica. Uma tradu\u00e7\u00e3o latina desse livro entraria para a hist\u00f3ria dos grandes \u00e9picos da matem\u00e1tica. Vejamos um problema desse livro:<br>Determine um tri\u00e2ngulo ret\u00e2ngulo cuja \u00e1rea adicionada \u00e0 hipotenusa seja um quadrado e<br>o per\u00edmetro seja igual a um cubo. (Diophantus, VI, 17) (BROWN, 1995) \u2013&nbsp;<a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1GqXs-oUZfRQv-TKCRwU7RV6UapoPTwQr\/view?usp=sharing\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Leia mais<\/a><\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-2fde668c alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-b9b17ca8\"><h2 class=\"uagb-heading-text\"><strong>Fl\u00e1vio Migliaccio: a eloqu\u00eancia de uma aus\u00eancia<\/strong><\/h2><div class=\"uagb-separator\"><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-5a51a139 alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<div class=\"wp-block-uagb-image aligncenter uagb-block-0f03064a wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-center\"><figure class=\"wp-block-uagb-image__figure\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/necad.uepa.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/unnamed2-3.jpg\" alt=\"\" class=\"uag-image-506\" width=\"500\" height=\"578\" title=\"unnamed2-3\" loading=\"lazy\" role=\"img\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-9018b619\">\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-88de63ee\"><p class=\"uagb-heading-text\">Prof. Dr. Elielson Figueiredo UEPA, Dr. Teoria Liter\u00e1ria \u2013 UFPA, Docente do Departamento de L\u00edngua e Literatura (DLLT-UEPA), Membro dos grupos de pesquisa LAEPS (Linguagens Art\u00edsticas e Estilos Po\u00e9ticos) e NARRARES (Estudos sobre Narrativas e Resist\u00eancia).<\/p><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-6a8bbf10\"><p class=\"uagb-heading-text\">Circula na internet um breve v\u00eddeo que Lima Duarte gravou em homenagem p\u00f3stuma ao seu amigo e companheiro de aventuras, Fl\u00e1vio Migliaccio. Em seu depoimento, Lima faz uma cita\u00e7\u00e3o da atmosfera pol\u00edtica do pa\u00eds entre os anos de 1955 e 1970 para acentuar a trajet\u00f3ria de uma gera\u00e7\u00e3o \u00e0 qual, a julgar pela carta deixada pelo amigo antes de cometer suic\u00eddio, o Brasil n\u00e3o soube ser grato. Na carta l\u00ea-se o seguinte trecho: \u201ctenho a impress\u00e3o de que foram 85 anos jogados fora\u201d. A carta e o v\u00eddeo exp\u00f5em a fratura da consci\u00eancia hist\u00f3rica brasileira, deixamos para tr\u00e1s um projeto de pa\u00eds e de sociedade que, pelos idos de 1955 e at\u00e9 um pouco antes, arrebatou jovens estudantes universit\u00e1rios e oper\u00e1rios de S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-7f1fb718\"><p class=\"uagb-heading-text\">O Texto tem tr\u00eas atos e seis quadros igualmente distribu\u00eddos entre os atos. Numa favela carioca a vida mi\u00fada \u00e9 movida pelos grandes imperativos pol\u00edticos experimentados pelo pobre oper\u00e1rio: a luta e a consci\u00eancia de classe de um lado; o individualismo e a aliena\u00e7\u00e3o de outro. O embate entre as duas concep\u00e7\u00f5es de mundo ocorre no \u00edntimo de uma fam\u00edlia do morro: pai e filho oper\u00e1rios incorporam a diverg\u00eancia ideol\u00f3gica. Criado pelos padrinhos, fora do morro, Ti\u00e3o \u00e9 movido pelo imediatismo individualista burgu\u00eas, sua concep\u00e7\u00e3o de sucesso e felicidade est\u00e3o geograficamente ligadas ao bairro do Flamengo e a uma casa de c\u00f4modos, seu projeto de vida \u00e9 ascender a um cargo no escrit\u00f3rio, viajar e poder sustentar uma fam\u00edlia com mulher e filhos. Os conflitos surgem quando a f\u00e1brica onde trabalham Ti\u00e3o e o pai, Ot\u00e1vio, n\u00e3o reajusta os sal\u00e1rios e os companheiros come\u00e7am a articular uma greve. E agora? Seguir na luta ou cuidar dos pr\u00f3prios interesses declarando apoio ao patr\u00e3o? Contudo, o mais revolucion\u00e1rio do texto n\u00e3o \u00e9 sua tem\u00e1tica, mas sua linguagem. A oralidade d\u00e1 o tom da composi\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica das personagens, seu universo afetivo como seu ethos s\u00e3o comunicados numa massa verbal mel\u00f3dica e familiar aos ouvidos do p\u00fablico. Trata-se de descobrir que n\u00e3o se pode afirmar nenhuma arte dram\u00e1tica brasileira negligenciando essa mat\u00e9ria lingu\u00edstica que, no fim de contas, \u00e9 toda a mat\u00e9ria de que somos feitos. A persist\u00eancia di\u00e1ria de Romana, a malandragem pregui\u00e7osa e oportunista de Chiquinho; a lucidez sindical de Br\u00e1ulio, tudo isso comunicado como grito de um teatro que experimenta o timbre de sua voz. A expectativa daquela gera\u00e7\u00e3o era que ouv\u00edssemos sua voz at\u00e9 hoje e a entend\u00eassemos muito bem. \u00c9 disso e muito mais que Lima Duarte est\u00e1 falando em seu v\u00eddeo quando diz que o que ele e Migliaccio viveram, junto com toda aquela comunidade de jovens inquietos, foi uma grande aventura. Lima tamb\u00e9m fala do sil\u00eancio que eles n\u00e3o toleraram e da omiss\u00e3o desta gera\u00e7\u00e3o que, Lima cita Bertold Brecht, lava as m\u00e3os numa bacia de sangue. Nossos velhos artistas esperam que suas aventuras n\u00e3o sejam esquecidas por n\u00f3s, jovens oper\u00e1rios, professores universit\u00e1rios, artistas, brasileiros de modo geral. Faremos dos nossos sonhos particulares algo mais urgente que o protesto pelo direito \u00e0 vida? Sucumbiremos a uma l\u00f3gica da indiferen\u00e7a genocida que tripudia da dor do povo brasileiro? Infelizmente, Migliaccio cansou de esperar pela nossa melhor resposta.<\/p><\/div>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-5d9ed810 alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-f3d820e7\"><h2 class=\"uagb-heading-text\"><strong>Dica cultural da professora de m\u00fasica da UEPA Jorgete Maria Portal<\/strong><\/h2><div class=\"uagb-separator\"><\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-4193bbfa alignfull uagb-is-root-container\"><div class=\"uagb-container-inner-blocks-wrap\">\n<div class=\"wp-block-uagb-image aligncenter uagb-block-cd9ecfe3 wp-block-uagb-image--layout-default wp-block-uagb-image--effect-static wp-block-uagb-image--align-center\"><figure class=\"wp-block-uagb-image__figure\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/necad.uepa.br\/wp-content\/uploads\/2024\/09\/unnamed3-1-1.jpg\" alt=\"\" class=\"uag-image-512\" width=\"390\" height=\"578\" title=\"unnamed3-1-1\" loading=\"lazy\" role=\"img\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-uagb-container uagb-block-edd7a668\">\n<div class=\"wp-block-uagb-advanced-heading uagb-block-38333cd1\"><p class=\"uagb-heading-text\">O document\u00e1rio&nbsp;<em>Com a Palavra&nbsp;<\/em>(2018), de Marcelo Machado tem como objeto central o percurso art\u00edstico do artista Arnaldo Antunes que apresenta&nbsp;<strong>a palavra<\/strong>&nbsp;como seu tema para a cria\u00e7\u00e3o art\u00edstica.&nbsp;<strong>A palavra<\/strong>&nbsp;ser\u00e1 o elemento constituinte para desenvolver a musicalidade concretizada na poesia e na can\u00e7\u00e3o, express\u00f5es art\u00edsticas preferidas pelo artista.<br>De acordo com a sinopse, o document\u00e1rio apresenta os trabalhos de destaque na carreira de Arnaldo, ao longo dos anos, e a utiliza\u00e7\u00e3o da&nbsp;<strong>PALAVRA<\/strong>&nbsp;em diferentes suportes art\u00edsticos (m\u00fasica, v\u00eddeo, grafismo, fotografia, express\u00e3o corporal) alterando o seu significado. Eu recomendo o document\u00e1rio pela possibilidade de conhecermos o processo criativo de Arnaldo Antunes e a concretiza\u00e7\u00e3o nas suas obras articulando diversos meios. Ademais, o document\u00e1rio fornece possibilidades criativas na utiliza\u00e7\u00e3o de suportes dispon\u00edveis (v\u00eddeo, fotografia, m\u00fasica, grafismo etc.) para a produ\u00e7\u00e3o de atividades expressivas em Arte. \u00c0 produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica se articula outros conte\u00fados de disciplinas afins para fins educativos estimulando a criatividade, principalmente de crian\u00e7as, adolescentes e jovens. A partir da minha experi\u00eancia como docente nas licenciaturas em M\u00fasica, Letras, Pedagogia e Hist\u00f3ria, com disciplinas que abordam tem\u00e1ticas sobre a Arte e Sociedade, convido docentes e discentes para que assistam ao document\u00e1rio&nbsp;<em>Com a Palavra<\/em>&nbsp;sobre Arnaldo Antunes como forma de valorizar nossos artistas nacionais, nossa l\u00edngua portuguesa e nossa arte brasileira.<\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n<\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dica de docudrama:&nbsp;O dilema das redes Por&nbsp;Jo\u00e3o Paulo Rocha dos Passos&nbsp;\u2013 Professor de F\u00edsica e curioso sobre mil e umas outras coisas. (Departamento de Ci\u00eancias Naturais e sou um dos l\u00edderes do Grupo de Pesquisa em F\u00edsica e em Ensino de F\u00edsica e Vice dire\u00e7\u00e3o do Centro de Ci\u00eancias Sociais e Educa\u00e7\u00e3o da Universidade do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_uag_custom_page_level_css":"","site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"class_list":["post-64","page","type-page","status-publish","hentry"],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false},"uagb_author_info":{"display_name":"adminsites@uepa.br","author_link":"https:\/\/necad.uepa.br\/?author=1"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Dica de docudrama:&nbsp;O dilema das redes Por&nbsp;Jo\u00e3o Paulo Rocha dos Passos&nbsp;\u2013 Professor de F\u00edsica e curioso sobre mil e umas outras coisas. 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